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Biblioteca da Escola Secundária Quinta das Palmeiras

23 de abril - Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor

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O feed-back dos participantes não podia ser mais positivo!

Deixamos, aqui, alguns testemunhos/ textos de opinião enviados por alunos que estiveram presentes nesta iniciativa.

Gostei bastante desta  experiência em vídeo chamada. Apesar de não conhecer a obra O Meu Irmão, após a videoconferência, estou a pensar adquiri-la nas "férias" de Verão, pois despertou o meu interesse. Excelente iniciativa.

Guilherme Pestana, 12ºA

 

Na minha opinião, o encontro com o escritor foi muito interessante, visto que foi diferente. Para além disso, eu não conhecia o escritor, o que tornou a apresentação muito mais enriquecedora.

Rita Figueiredo, 12º A

 

Eu gostei muito de ouvir o escritor. Apesar de não o conhecer muito bem, cativou-me bastante, daí que tenha despertado o meu interesse para ler as suas obras, principalmente o livro  O Meu Irmão.

Ana Catarina, 12º A

 

Em tempo de confinamento, infelizmente, as atividades culturais que podemos realizar são reduzidas. Neste contexto, para além de a leitura poder servir como escape ou distração, a comunicação é também fundamental.

Em primeiro lugar, gostaria de expressar a minha opinião relativamente à pertinência e importância deste tipo de atividades. O contacto com escritores é fundamental, uma vez que aproxima os alunos da arte que é a literatura. Assim, esta forma de arte ganha outra importância para os alunos, que, muitas vezes, percecionam a escrita como algo inalcançável e reservado apenas a mentes brilhantes. Ironicamente, o escritor com quem comunicámos, Afonso Reis Cabral, apesar do seu laço familiar com Eça de Queiroz, torna a escrita algo próximo e ao alcance de todos, nomeadamente com a sua explicação de como se iniciou na escrita. Creio também que as considerações que o autor teceu ao longo do encontro relativamente às suas primeiras obras mostram um lado humilde que nem todos os escritores aparentam ter.

Em segundo lugar, expresso o meu agrado perante o escritor em si. Apesar de nunca ter lido qualquer das suas obras, a forma como Afonso Cabral as descreve (uma vez mais de forma humilde, prazerosa e “leve”) é suficiente para despertar curiosidade em qualquer um. A descrição que faz do livro Pão de Açúcar intrigou-me bastante, nomeadamente a forma como o autor vê e trabalha as relações interpessoais.

Deste modo, para concluir, expresso, uma vez mais, o meu agrado relativamente a este evento, que assinalou tão bem o Dia Mundial do Livro. Atividades deste tipo são, agora mais do que nunca, de extrema importância e interesse.

Afonso Teixeira, 12ºB

 

Na minha opinião, a palestra com o escritor Afonso Reis Cabral foi bastante interessante e enriquecedora em vários aspetos.

Em primeiro lugar, achei bastante interessante o facto de o escritor ter começado a sua palestra a falar da sua evolução enquanto escritor, de como iniciou o processo de escrita e tudo o que acabou por se seguir, desde que escreveu o seu primeiro livro.

Em segundo lugar, o modo como o escritor abordou os seus livros e as respetivas temáticas deixou-me bastante curiosa para ler as suas obras, visto que não as conhecia.

Em suma, penso que a palestra foi didática e uma mais-valia para todos os alunos.

Margarida Carriço, 12º

 

Na minha opinião, a palestra foi bastante esclarecedora e enriquecedora, na medida em que o escritor Afonso Cabral explicou de forma clara o conteúdo dos seus livros e nos alertou para alguns dos temas que aí desenvolve.

Na verdade, a sua forma de falar sobre o que escreve cativou-me bastante e despertou em mim alguma curiosidade em ler os seus livros, nomeadamente Pão de Açúcar. Aquilo que mais me fascinou foi a resposta do escritor a uma das perguntas colocadas. Com esta resposta ficamos a saber que, segundo ele, apesar de os escritores pretenderem transmitir determinadas ideias, existe alguma liberdade para o entendimento das mesmas, que depende da imaginação do leitor.

Considero ainda que este tipo de iniciativa é bastante importante, pois, apesar da atual realidade que vivemos, a cultura e a leitura não devem ser esquecidas, principalmente porque, através da leitura, temos a oportunidade de nos ligarmos ao mundo lá fora, interagindo com ele em cada página que lemos.

Cátia Botão, 12ºB

 

Encontros em confinamento

Isolamento social e comunicação em tempo real com noventa  e oito pessoas são, à primeira vista, conceitos impossíveis de relacionar, tendo em conta o período de confinamento pelo qual estamos todos nós abrangidos neste momento.

No entanto, no dia de hoje, realizou-se uma videoconferência através da plataforma Zoom que reuniu alunos do 12º ano de escolaridade da Escola Secundária Quinta das Palmeiras, bem como professores e outros agentes educativos, entre os quais se encontravam docentes da  equipa da nossa biblioteca escolar, representantes da editora Leya, da Biblioteca Municipal da Covilhã,  e, o motivo desta videoconferência, o escritor e editor, Afonso Reis Cabral.

As novas tecnologias têm, sem dúvida alguma, um impacto gigantesco no nosso dia a dia. E fico realmente satisfeita e grata por, neste difícil período que atravessamos, ter a oportunidade de possuir um computador, ter acesso à Internet e poder, portanto, participar nestes eventos que promovem a cultura, sendo esta, em tempos ditos normais, tão discriminada por alguns e, agora, tão valorizada pelos mesmos.

Creio que este encontro com o escritor neste Dia Mundial do Livro foi, certamente, um marco importante. Reunimos mais de noventa pessoas num só espaço, temporal. Creio que esta iniciativa fez jus à verdadeira essência das tecnologias: juntar e aproximar todos aqueles que se encontram longe e impedidos de comunicar entre si.

Também penso que, no que toca à experiência em si, foi muito interessante. Tal como o escritor nos confessou que sentia ser necessário vivenciar determinadas experiências para poder ser capaz de, mais tarde, escrever sobre elas, também eu considero que, apesar de todo este panorama de medo, receio, tristeza e horror, conseguimos ser capazes de, quando o esquecemos, de vez em quando, nem que por apenas uns momentos, aproveitar as situações boas que de tudo isto advêm para podermos, mais tarde, olhar para trás e sentirmo-nos mais ricos. Sim, também há que saber tirar partido das situações más. Penso que isso nos afasta da loucura. Penso que isso nos mantém sãos. De outra forma, noutro tempo ou perante circunstâncias normais, nem sequer consideraríamos experienciar o que hoje experienciamos.

Para finalizar, e sintetizando, considero que este evento foi uma mais-valia para todos nós. Estivemos longe, mas juntos. A excelente comunicação de Afonso Reis Cabral deixou em mim, irrequieto, o «bichinho» da leitura. Foi, com certeza, uma experiência marcante e repeti-la-ia, sem qualquer dúvida.

Neuza Lopes, 12ºB

 

Antes de dar a minha opinião, aproveito para agradecer a iniciativa e para perguntar se podemos fazer outro encontro. Pode ser já no próximo mês?

Gostei muito, muito, muito da atividade.

Na minha opinião, a videoconferência com o escritor Afonso Reis Cabral, no âmbito das comemorações do Dia Mundial do Livro, foi enriquecedora e, de certa forma, transformadora.

A conversa permitiu-me olhar para a sua obra e para o próprio ato da escrita sob uma perspetiva completamente diferente.

Para além disso, fiquei a conhecer mais sobre a obra  O Meu Irmão, que lerei, com certeza, em breve.

Agradeço a oportunidade que nos foi proporcionada pela Biblioteca Escolar e espero que haja mais iniciativas desta natureza num futuro próximo.

Alexandra Lourenço, 12º B

 

Na minha opinião, a apresentação do escritor Afonso Reis Cabral foi muito interessante e relevante, na medida em que o mesmo deu a conhecer um pouco do seu percurso como escritor, obras da sua autoria, métodos de escrita e ideias defendidas, inclusive. 

A meu ver, o escritor é um excelente comunicador e gostei muito do dinamismo e do assunto da apresentação.

Em suma, achei este encontro bastante didáctico e dinâmico, tendo  despertado o meu interesse pelas obras deste escritor.

Inês Pereira, 12ºB

            

No âmbito da celebração do dia mundial do livro, a escola proporcionou-nos um encontro literário muito interessante e enriquecedor com o escritor Afonso Reis Cabral.

Na verdade, considero importante a realização deste tipo de atividades, na medida em que nos permitem conhecer melhor a pessoa que está por detrás dos livros. Por exemplo, neste caso, Afonso Reis Cabral falou-nos um pouco do seu percurso como escritor, do que é a literatura para ele, das circunstâncias que o levaram a escrever os seus livros e da história de alguns deles como O meu irmão e Pão de açúcar.

Além disso, julgo que foi uma boa oportunidade de contactar diretamente com o escritor, que além de excelente comunicador foi muito simpático.  Também tivemos a possibilidade de o questionar sobre alguns aspetos que nos pudessem ter suscitado curiosidade e ainda ficámos a saber que é trineto de Eça de Queirós, o que desconhecia e achei interessante.

Para concluir, saliento a ideia de que esta atividade foi bastante relevante e foi uma forma diferente de celebrar o Dia Mundial do Livro, destacando a importância que os livros têm.

Maria Dias, 12ºC

 

No dia 23 de abril, a biblioteca escolar da Escola Secundária Quinta das Palmeiras dinamizou uma conferência digital com  Afonso Reis Cabral, autor de diversas obras, entre as quais Pão de açúcar e O meu irmão.

Da conversa com o escritor, achei curiosa a sua opinião relativamente ao excesso de informação sobre a atualidade. Senti-me até identificada com o seu cansaço causado pelo constante bombardeamento de notícias e programas acerca da atual pandemia. Surpreendeu-me o facto de ele não conseguir estar a escrever, possivelmente porque eu estava à espera que esta quarentena, com mais tempo em casa, desse mais tempo e espaço aos escritores para a se dedicarem à escrita.

Suscitou especial admiração em mim a sua perspetiva acerca da importância dos livros. Para o autor, os livros são muito mais que entretenimento para o leitor, são uma forma de comunicarmos, ou seja, no fundo, são um meio de o ser humano se expressar. Assim como na pré-história a arte rupestre foi a forma usada pelo Homem para documentar o seu quotidiano e comunicar, o livro é a melhor maneira atual, na perspetiva do autor, de chegar ao “outro”. Aliás, Afonso Reis Cabral considera que só faz sentido escrever um livro se este chegar ao leitor e for por ele lido e compreendido.

Apreciei a sua linguagem simples e juvenil, próxima da linguagem da minha geração, tornando o seu discurso mais apelativo e sendo mais fácil captar a nossa atenção.

Para concluir, gostaria de salientar que apreciei bastante a intervenção do escritor e sublinhar a importância de encontros com leitores, dinamizados pela biblioteca escolar, uma vez que são sempre atividades que nos enriquecem, não só a nível do nosso conhecimento literário como também, e talvez sobretudo, a nível pessoal. Ouvir uma pessoa culta, informada e atenta ao nosso quotidiano permite-nos sempre aprender e ter uma nova perspetiva do que nos rodeia.

Rita Russo, 12ºC