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Biblioteca da Escola Secundária Quinta das Palmeiras

A nossa ida ao Teatro

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"Ele Tem Uma Guitarra e Eu Não Tenho Nada é um espetáculo em que se contam estórias. Sim, leram bem. Não são histórias. São estórias. Trágicas, urbanas, negras. Que nunca aconteceram na realidade mas que acontecem todos os dias nas cabeças dos dois personagens que as vão contar: um rockeiro ex-foleiro e um indigente obediente.​

Dois atores, duas cadeiras, duas bananas e uma guitarra contam e cantam estórias a partir do seu universo pessoal. As estórias – assim como toda a ação – são ornamentadas com um trabalho depurado da palavra e do movimento, acompanhados pela musicalidade da guitarra e das vozes e artilhados de comédia, melodrama, clown, poesia e uma relação ímpar com o público".

 

Ficha artística

Texto: Alexandre Sá | Música: Luís Almeida | Interpretação: Alexandre Sá e Luís Almeida | Dramaturgia, Encenação e Figurinos: Estupendo Inuendo | Projeto Gráfico: Diogo Dias | Fotografia: Pedro Santos | Vídeo: Jworks | Apoio: Clown Laboratori Porto, Nuvem Voadora | Produção: Estupendo Inuendo, Cabe-Cave Associação Cultural

 

 

As turmas E do oitavo e nono anos deslocaram-se, no dia 23 de outubro, ao Teatro da Beiras, onde assitiram à representação da peça “Ele tem uma Guitarra e eu não tenho nada”, pelo grupo Estupendo Invendo.

A aventura começou um pouco depois do almoço. Todos os alunos se deslocaram até ao portão principal da escola, de onde, acompanhados pelas professoras iniciaram a caminhada até ao teatro.

Chegando ao teatro, aguardámos um pouco até a peça começar. Foi-nos dada uma folha que explicava o conteúdo da peça, que entretanto começou.

Nós, alunos do 8ºE achámos a representação bastante divertida. Como somos da turma de música fez todo o sentido participarmos. Muitas mensagens foram passadas durante a peça. Aquela que nos tocou mais foi o facto de na peça existirem dois homens, um simples “nada” e uma que tinha uma guitarra, o que nós vimos durante a peça foi que o “guitarrista” pensava e agia como se fosse melhor que o outro e tratava-o como se fosse seu escravo, o que não é correto. Em geral gostámos da peça.

Terminada a peça voltámos para a escola, esta segunda viagem foi mais rápida e menos cansativa.

Gostámos muito desta tarde, foi divertido e conseguimos assimilar ideias e conceitos que tivemos.

 

Inês Maranho, n.º 16, 8º E

Clara Henriques, n.º 6, 8ºE